Mais um Super livro para vocês baixarem
terça-feira, 26 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
Metodologia cientifica
Querido alunos, estou disponibilizando um super livro resumo de METODOLOGIA , é obrigatório baixar.
Bom fim de Semana , Pessoal
Apostilas
Essa é para os Nossos Amigos alunos de Téc de Enfermagem .
Apostila de Fundamentos na época que eu lecionava no CETERR, acho que ainda estão utilizando as mesmas apostilas.
Apostila de Fundamentos na época que eu lecionava no CETERR, acho que ainda estão utilizando as mesmas apostilas.
sexta-feira, 15 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Exercício físico fortalece articulações e músculos e ajuda a prevenir quedas
São diversos obstáculos no dia a dia das pessoas que podem causar quedas e lesões graves, como buracos nas calçadas, desníveis, escadas sem corrimão, chão escorregadio, tampas de bueiro ou até mesmo raízes de árvore que rompem o asfalto.
Como disse a fisioterapeuta Leda Magalhães de Oliveira no Bem Estar desta sexta-feira (8), ter as articulações e os músculos fortes é extremamente importante para se proteger e, por isso, é fundamental fazer exercícios físicos regularmente. Além disso, quem pratica atividade física adquire também uma melhor consciência corporal e equilíbrio, fatores que ajudam a manter uma postura correta, o que também é eficaz contra as quedas.
Porém, a queda pode ser também um sinal de distúrbios de equilíbrio (de origem neurológica ou labirintite), deficiência visual (como a catarata), problemas cardiológicos (como arritmias) ou até mesmo doenças nos ossos ou articulações, como alertou o ortopedista Jorge dos Santos Silva. Outro problema que pode ser observado é no jeito de caminhar – estudos mostram que quem anda muito devagar também pode ter problemas de saúde. Na dúvida, a dica é sempre procurar um médico.
De acordo com a fisioterapeuta Leda Magalhães de Oliveira, caminhar corretamente com passos macios faz bem a vários sistemas do corpo, como o nervoso, osteomuscular e até mesmo o cardiovascular.
Por outro lado, perder a mobilidade e andar do jeito errado, com os pés arrastando, pode igualmente prejudicá-los e ser um fator de risco maior para quedas. Além disso, é importante saber que até mesmo os braços são importantes na hora de caminhar e, por isso, eles devem estar sempre livres.
Uma dica de exercício para quem costuma andar "se arrastando" com o corpo de um lado para o outro é segurar dois cabos de vassoura na altura dos ombros e, a cada passo dado, usar o objeto para impedir a caída para o lado. Há também a opção de utilizar uma bolinha dura para exercitar os pés e corrigir a pisada - a dica é deslizar os pés na bolinha, do calcanhar até os dedos.
Para treinar o olhar, a dica é esticar um braço à frente com o dedo indicador levantado e levá-lo de um lado para o outro acompanhando com os olhos. Dessa maneira, a percepção melhora cada vez mais e prepara a pessoa para andar com segurança e superar os obstáculos das ruas (veja como fazer todos os exercícios no vídeo ao lado).
De acordo com o ortopedista Jorge dos Santos Silva, as quedas são o segundo principal motivo da busca por atendimento nos hospitais, quase o dobro dos casos dos acidentes provocados no trânsito. Ao cair, a pessoa pode ter diversas lesões como, por exemplo: um entorse, que é o rompimento dos ligamentos; uma luxação, que é o deslocamento dos dois ossos das juntas; uma fratura no osso, principalmente no punho, ombro e quadril; ou também uma simples contusão, batida que deixa a região inchada e dolorida.
Além de prestar atenção no trajeto e olhar sempre por onde pisa, é importante evitar o celular ao caminhar na rua e, se tocar, parar para atendê-lo.
Os momentos mais perigosos são ao atravessar de um lado para o outro, descer escadas ou do transporte público – nessas horas, a atenção deve ser redobrada. Em descidas, a dica da fisioterapeuta é descer com o corpo de lado para diminuir o risco de cair.
Fonte : G1
sábado, 9 de março de 2013
Psoríase terá novas opções de tratamento
Os novos tratamentos para combater os sintomas da psoríase estiveram no foco das atenções no encontro da Academia Americana de Dermatologia, no início desta semana, em Miami (EUA).
A doença inflamatória crônica afeta de 1% a 3% da população mundial. Estima-se que o Brasil tenha 3 milhões de pessoas com o problema.
A psoríase não é contagiosa, não tem causa conhecida e caracteriza-se por manchas vermelhas, espessas e descamativas que geralmente aparecem nos braços, nas pernas e no couro cabeludo.
Como não há cura, o objetivo dos tratamentos -cremes, fototerapia, imunossupressores, corticoides e drogas biológicas- é o controle dos sintomas.
As novas drogas apresentadas no evento em Miami poderão se converter em opções para os pacientes que não respondem aos tratamentos atuais ou sofrem com efeitos colaterais graves.
| Editoria de arte/Folhapress | ||
| entenda a doença Psoríase atinge cerca de 3 milhões de pessoas no Brasil |
INFLAMAÇÃO
Um dos novos medicamentos é o Apremilast, uma droga oral que reduz a inflamação nas células da pele e das articulações.
No estudo de fase 3 (último antes da aprovação da droga), com 844 pacientes, 59% dos voluntários tiveram melhora de 50% dos sintomas após 16 semanas, de acordo com uma avaliação de severidade e extensão da doença.
Uma melhora de 75% dos sintomas foi observada em 33% do grupo que recebeu a droga, em comparação com 5% do grupo placebo. O remédio deve ser aprovado nos EUA até o fim deste ano, segundo a fabricante, o laboratório Celgene.
Os efeitos colaterais incluíram diarreia, náusea e infecção do trato respiratório.
De acordo com o dermatologista Davi de Lacerda, que participou do encontro nos EUA e não esteve envolvido no estudo, o remédio poderia ser uma opção para quem tem a doença na forma mais grave e não pode usar os remédios biológicos por seu alto custo, ou ainda para quem não obteve respostas com outros tratamentos, como a fototerapia.
"Mas é uma droga nova, sobre a qual precisamos de mais dados a longo prazo."
Outros estudos de fase 2 mostraram bons resultados com drogas experimentais.
Uma delas é um anticorpo monoclonal, batizado por enquanto de MK-3222, fabricado pela MSD e voltado a pacientes que têm psoríase moderada e severa com formação de placas.
Os voluntários tratados com a dose mais alta do remédio, de 200 mg, tiveram taxas de respostas de até 74%.
Uma pesquisa em roedores mostrou ainda que injeções de toxina botulínica melhoraram a aparência das lesões.
Para a dermatologista Denise Steiner, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a ampliação do leque de tratamentos será benéfica pelo grande número de efeitos colaterais dos medicamentos disponíveis.
"Os imunossupressores, por exemplo, podem causar problemas de fígado, rim e hipertensão."
Durante o congresso, foi lançado ainda um aplicativo para celular direcionado aos médicos, o ADD Psoriasis App, para ajudar a diagnosticar e tratar a doença.
O programa tem um "checklist", recomendações de tratamento e acesso rápido a um guia sobre psoríase.
MARIANA VERSOLATO
sexta-feira, 8 de março de 2013
Marca-passo cerebral é testado para anorexia
Um pequeno grupo de pacientes recebeu, no Canadá, um novo tratamento contra a anorexia nervosa: o implante de um marca-passo cerebral que envia impulsos elétricos a regiões do cérebro responsáveis pelo prazer e pela ansiedade.
Esse tipo de aparelho já é usado, há mais de 20 anos, para controlar tremores em pacientes com parkinson.
As seis voluntárias, com idade entre 24 e 57 anos, tinham a forma crônica da anorexia. Cinco delas já haviam sido internadas em unidades de terapia intensiva e quatro já tinham sido alimentadas por sonda no hospital.
As seis voluntárias, com idade entre 24 e 57 anos, tinham a forma crônica da anorexia. Cinco delas já haviam sido internadas em unidades de terapia intensiva e quatro já tinham sido alimentadas por sonda no hospital.
| Editoria de arte/Folhapress | ||
Os tratamentos convencionais, com terapia e medicamentos, haviam falhado. "A esperança estava acabando", disse a paciente Kim Rollins, em vídeo divulgado pelos autores do novo estudo.
Controlados por um aparelho emissor de pulsos elétricos implantado perto da clavícula, embaixo da pele --como um marca-passo cardíaco--, os estimuladores foram direcionados a uma região próxima ao corpo caloso.
Segundo a pesquisa, publicada no "Lancet" e liderada por Andres Lozano, da Universidade de Toronto, a estimulação afetou regiões ligadas à ansiedade e ao humor e contribuiu para o controle de sintomas em mais de metade das voluntárias.
As pacientes foram acompanhadas por nove meses. Logo após a cirurgia, todas sofreram perda de peso mas, a partir do terceiro mês, o IMC (índice de massa corporal) médio começou a subir. Esse índice é obtido dividindo o peso, em quilos, pela altura, em metros, ao quadrado.
Três mulheres conseguiram um aumento significativo de peso. Uma delas, que no início do estudo tinha um IMC de 11 (o normal é de 18,5 a 24,9), chegou a 21. Os médicos também observaram melhora dos níveis de ansiedade na maioria delas.
De acordo com o psiquiatra Táki Cordás, coordenador de assistência do Instituto de Psiquiatria do HC de São Paulo, metade das pessoas com anorexia não responde aos tratamentos, que combinam terapia, orientação nutricional e drogas psiquiátricas.
"O paciente acaba sendo o maior inimigo do tratamento. Ele resiste ao ganho de peso, tem fobia disso."
Para Cordás, apesar de experimental e de não excluir o uso dos remédios, a técnica em teste no Canadá merece atenção. "Reduzir a ansiedade faz o paciente ganhar peso mais rápido."
Para Cordás, apesar de experimental e de não excluir o uso dos remédios, a técnica em teste no Canadá merece atenção. "Reduzir a ansiedade faz o paciente ganhar peso mais rápido."
No outro lado dos problemas alimentares, um grupo do HCor (Hospital do Coração), em São Paulo, aguarda autorização da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa para testar o marca-passo cerebral contra a obesidade.
Segundo o neurocirurgião Antonio De Salles, a ideia é aumentar o metabolismo basal. "Seria uma forma de estimular a perda de peso sem os efeitos colaterais da cirurgia bariátrica." Entre os riscos do implante do marca-passo cerebral estão sangramentos e infecções.
DÉBORA MISMETTI
EDITORA INTERINA DE "CIÊNCIA+SAÚDE"
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